Ibama e caça

Controle de javali no Sul de Minas: CTF/APP, Simaf e o que a lei exige

02 de setembro de 2026 · 6 min de leitura · por Caique Ribeiro

Produtor rural com javali na lavoura: quais cadastros do Ibama você precisa, o que muda para quem não usa arma de fogo e quanto custa regularizar.

Café, milho e pastagem no Sul de Minas convivem com um problema caro: o javali. O controle é permitido, mas exige cadastro. Agir sem documento é o que expõe o produtor a autuação — e o prejuízo aí passa a ser duplo.

CTF/APP: o cadastro base

O Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras é o ponto de partida para o controle de fauna exótica invasora. Ele vale inclusive para quem faz o manejo sem arma de fogo. Na Vanguardian Brasil o cadastro sai por R$ 60.

Certificado de Regularidade e Simaf

O cadastro precisa se manter ativo: a renovação do Certificado de Regularidade custa R$ 20, e a renovação de autorização no Simaf, que registra a atividade de manejo, custa R$ 10 cada.

E o abate?

O abate de fauna invasora exige documento comprobatório de necessidade, expedido pelo órgão ambiental. Esse é analisado caso a caso — me mande a situação da sua propriedade que eu avalio.

Quem mais procura na região

Boa Esperança, Campanha, Carmo da Cachoeira e a zona rural de Varginha concentram a maior parte dos pedidos que atendo. Se a sua lavoura está sendo destruída, o caminho legal existe e é mais rápido do que parece.

Precisa resolver isso na prática?

Sou Caique Ribeiro, da Vanguardian Brasil, em Varginha. Me mande o seu caso pelo WhatsApp que eu digo o caminho certo antes de qualquer cobrança.

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